A condução, o dinheiro, a religião e a política
O que terão em comum os quatro factores mencionados em epígrafe? Ora, é do senso comum que as pessoas, por mais pacatas que sejam, quando conduzem revelam o pior e o mais sinistro que têm dentro de si. Sabemos também que o dinheiro, a religião e a política têm os mesmos efeitos.
É fácil de imaginar o pacato Padre Borga conduzindo o seu automóvel numa estrada com prioridade, ao som do “Põe tua mão na mão do meu senhor na Galileia…”, quando, de repente, um automóvel se mete à sua frente vindo de uma estrada à sua esquerda, fazendo com que o amável padreco ponha o pé no travão para evitar a colisão, (agora já não tão amável) estendendo a mão fora da janela e representando uma figura fálica com o seu dedo, ao mesmo tempo que vocifera algo do género “Seu filho duma grande puta!! Onde é que tiraste essa carta óhh meu camelo!?”. Estão a ver o que eu quero dizer? A condução para além de ser um prazer tem, também, destas funestas propriedades.
No que diz respeito ao dinheiro, quantos de nós já pensaram nas coisas mais atrozes para conseguir aquele dinheirinho para ajudar a pagar as prestações da casa e/ ou do carro?
No que concerne à religião, e para ilustrar o meu ponto de vista, basta pensar naquelas bestas dos terroristas islâmicos, entre outros.
At last but not least – a política – vou apenas dizer uma coisa para explicar melhor a minha ideia: Alberto João Jardim. Tenho dito.
É fácil de imaginar o pacato Padre Borga conduzindo o seu automóvel numa estrada com prioridade, ao som do “Põe tua mão na mão do meu senhor na Galileia…”, quando, de repente, um automóvel se mete à sua frente vindo de uma estrada à sua esquerda, fazendo com que o amável padreco ponha o pé no travão para evitar a colisão, (agora já não tão amável) estendendo a mão fora da janela e representando uma figura fálica com o seu dedo, ao mesmo tempo que vocifera algo do género “Seu filho duma grande puta!! Onde é que tiraste essa carta óhh meu camelo!?”. Estão a ver o que eu quero dizer? A condução para além de ser um prazer tem, também, destas funestas propriedades.
No que diz respeito ao dinheiro, quantos de nós já pensaram nas coisas mais atrozes para conseguir aquele dinheirinho para ajudar a pagar as prestações da casa e/ ou do carro?
No que concerne à religião, e para ilustrar o meu ponto de vista, basta pensar naquelas bestas dos terroristas islâmicos, entre outros.
At last but not least – a política – vou apenas dizer uma coisa para explicar melhor a minha ideia: Alberto João Jardim. Tenho dito.
Etiquetas: Alberto João Jardim, Condução, Dinheiro, Política, Religião





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